Em todos os sonhos, tu estavas lá. Nesses sonhos, tu fazias-me sorrir, tu fazias-me chorar, tu fazias-me viver, tu fazias-me imaginar e, até mesmo estando a sonhar, tu nesses sonhos, fazias-me sonhar. Sempre foi incrível. Desde que tudo começou. Mas, não era só nos sonhos que tu estavas, era também nos pesadelos, nos piores. Protegias-me e confortavas-me enquanto eu chorava. Não me largavas a mão. Abraçavas-me e dizias-me: “eu estou aqui, eu não te vou deixar. Estás protegida.” E sorrias como um brilho especial. E os tais pesadelos vinham porque o medo de te perder, era tanto que já não me aguentava. Era um tormento. Mas achas que me esqueço dos pesadelos? Claro que não. É neles que te sinto mais presente, é neles que sinto o teu cheiro bem vivo, é neles que sinto a tua mão dada com a minha, é neles que sinto que a apertas bem como que me quisesses dizer “não me deixes, por favor.”
Mas, onde estão os tais sonhos? Parece que desapareceram. Parece que veio um dia de chuva horrível e devastou tudo o que havia de bonito e, com essa tempestade tudo desapareceu. Ou então, encontra-se tudo dentro de um cofre com sete chaves e, um dia, talvez tudo saia de lá e volte. Ou então, são recordações. Apenas recordações, não passam disso.
Mas, onde estão os tais sonhos? Parece que desapareceram. Parece que veio um dia de chuva horrível e devastou tudo o que havia de bonito e, com essa tempestade tudo desapareceu. Ou então, encontra-se tudo dentro de um cofre com sete chaves e, um dia, talvez tudo saia de lá e volte. Ou então, são recordações. Apenas recordações, não passam disso.

1 comentário:
amo-te, princesa. não largo a tua mão
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