Mostrar mensagens com a etiqueta Páginas perdidas. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Páginas perdidas. Mostrar todas as mensagens

19 dezembro 2011

O Que És Tu Agora?

Há noites em que choro e chamo por ti. Há outras tantas em que eu grito e peço para não me olhares mais. Hoje, é uma daquelas noites em que o sono não é meu companheiro em que eu grito e chamo por ti. Hoje não é nada como deve de ser e estou perdida por ti. Em ti. Como lhe quiseres chamar. Contigo é que não. Nesta noite, não há motivo para eu fechar os olhos e ter uma boa noite, nem motivo sequer para eu adormecer porque amanhã não vou acordar contigo ao meu lado, então permaneço aqui, por entre linhas cheias de sentimentos. Ou direi eu palavras que transmitem sentimentos? Não, desta vez são mesmo sentimentos. Muitos deles provocados por ti e mesmo sem compreender o que me leva ao teu encontro, eu escondo-me por entre eles e foco-me na tua pessoa como se o mundo começasse e acabasse em ti. Melhor dizendo... como se o mundo fosses tu.

Faço uma pausa, encosto a cabeça à almofada mas de que vale? O ponteiro bate as 4:55 da madrugada e continuo sem bocejar uma única vez e sem querer adormecer. Só gostava de, por vezes, saber como consegues tomar conta de mim desta forma. Como consegues ou como és capaz de invadir-me assim sem mais nem menos. Sem dó nem piedade. Como consegues tu dizer-me: vem cá. E o meu coração bater a mil gritando: estou a ir, meu amor.
Meu amor?! Desde quando te chamo isso? Ou desde quando sinto que és meu e o mais doce amor? Desde que te conheci, presumo eu. Mas nem assim eu tenho perfeita consciência de que o és. Muito menos de que o foste ou que algum dia serás. Porém, uma coisa eu sei: eu amar, até te amo. Com todos os teus defeitos. Com todas as tuas incertezas. Com todos os teus altos e baixos. Com toda a bipolaridade do teu ser; és o mais perfeito e belo ser aos meus olhos. Intítulo-o de amor platónico. É no mínimo divino do surreal porque o ser mais abstracto, é o mais concreto e a antítese mais nítida é a mais perfeita. Somos um encaixe. Somos o preto no branco. E o im mais o perfeito que faz o imperfeito. Somos tudo e somos nada. Somos também algo a que chamo de opostos mas que por muito que o sejamos, completamo-nos um ao outro. É como te amar e ódiar ao mesmo tempo e é, igualmente como quando me fazes chorar de tanto sorrir ou sorrir depois de tanto chorar.

E o que sou eu para ti? Outrora eu fora a tua pérola branca. A tua boneca. O teu pilar mais inconstante mas sempre presente. A outra metade do teu coração e o teu cérebro. Nós já estivemos ligados tanto fisíca como psicológicamente. Nós já fomos um. Tal como já nos compreendemos como ninguém.
Contudo, hoje em dia somos o oposto e somos o mais infiel amor. E resta o quê de um nós? Não resta nada. Restamos n ó s, separados. Tu menos Eu. Pensando que já fomos Tu mais Eu e Eu mais Tu! e que neste momento somos a areia da praia onde escrevemos o nosso amor para ser levado por um imenso oceano de emoções. Onde se encontram todas essas emoções?!
Eu, guardei-as num sótão bem grande chamado coração. Está trancado com amor e amizade. Um dia, vou encontrar a sua chave num outro grande lugar: o cérebro. E prometo - fica mesmo prometido! - que hei-de abrir esse sótão e voltar a chamar-te meu amor com a mais doce das ternuras. Terei tanto gosto em fazê-lo, tal como espero ansiosamente para que esse momento por fim chegue.

Sempre que te vejo passar na rua em frente à minha casa, o meu desejo é gritar e chamar pelo teu nome para me vires acudir. Contudo, tudo o que sei fazer é chorar e pedir-te para não me olhares mais.

11 dezembro 2011

Aquilo Que Nunca Te Disse

"Tenho saudades tuas. da tua presença, da tua parvoeira, da tua capacidade de, com uma expressão, um olhar ou apenas uma "migalhinha" de mim, perceberes o que se passava. sinto falta da parvoeira constante - porque quando mais ninguém nos animava, éramos nós que o faziamos. (...) És e foste a minha pita, a minha criancinha, (...) Mas o amor que por mim sempre tiveste, a maneira como encaravas a nossa amizade... tu sim, posso dizer que foste verdadeiramente especial. (...) Secretamente (não sei porque o fazia), sempre te amei com todo o amor que te podia dar. Mas cerca 75% desse meu amor, ficava escondido e pensava para mim mesma: - Limitar-me-ei a utilizar esse amor em casos de emergência. Afinal de contas eu não quero perder este meu tesouro" e dava-te apenas 15%. E é por isso que dizes que a maior parte das vezes não te dava nem metade da importância que me davas a mim. Mas sempre que contigo estava, o mundo parava, e tinha tanto orgulho em ti... e continuo a ter, (...) não sei que te possa dizer mais... apoio-te em tudo, (...) eu vou estar sempre lá para te proteger, como continuo a fazer desde o dia que soube que estavas em perigo. Tenho saudades tuas, a toda a hora, mas tenho um medo enorme que as coisas não funcionem. (...) fazes parte de mim. sempre. E acabo este pseudo-mail com um sorriso. Dá-nos uma oportunidade. Como te dei a ti algumas vezes e continuo sem ressentimentos... eu e tu fomos das poucas pessoas que ainda nem uma "primeira oportunidade" tivémos, nunca precisamos dela. Se achas que precisamos agora, se queres arriscar, estou aqui à tua espera e de braços abertos como sempre estou, disposta a recolher-te e abraçar-te com todo o meu carinho. Beijinho" By. R

Tenho saudades. Não devia ter saudades tuas porque já nem te conheço, mas tenho. Ultimamente tenho pensado muito em ti, tenho sentido a falta do que eras, do que éramos, do que juntas conseguíamos. Foste uma boa amiga quando te conheci. Foste uma companheira para o bem e para o mal mesmo estando longe. Foste uma boa ouvinte, foste uma boa pessoa para mim. Foste tu própria. Não precisaste de capas para me cativares, não precisaste de mentiras para me iluminar e não precisaste de palavras que não as tuas, sinceras e simples, para me fazeres ficar presa a ti.
Eras tu. Eras tu quem me ouvia todos os dias. Os meus desgostos, as minhas presses, os meus sentimentos. Era também contigo que partilhava os meus sorrisos, os meus dias, as minhas diversões. Eras tu que fosse o que fosse não deixava de lá estar!
Isso mudou...

De um momento para o outro, olhei para o lado e não eras tu quem estava para me amparar e fazer parar de chorar. Eram umas tantas outras pessoas que não sabia quem eram. E onde foram as tuas promessas? E onde foram as tuas certezas de que ficaríamos para sempre? Eu precisei de ti durante muitos dias e só sentia o frio da tua ausência. Foi como se me tivesses envolvido num enorme cubo de gelo e me deixasses num lugar sem fim e, ainda pior, sem luz. Eu precisei de ti. Eu precisei do teu abraço. Eu precisei do teu sorriso. Eu precisei do teu olhar. Eu precisei das tuas palavras. E não havia nada. Não havia nada teu. Não havia nada a que me pudesse agarrar que fosse dar de novo à tua pessoa. Não havia Tu. Não havia Eu. E o pior, nada restava de Nós.

Sabes? - não, claro que não sabes... Não tens a mínima noção de nada e quem sou eu para ta dar? - Chorei durante muitos dias em silêncio. Deixaste-me desamparada. Eu era a tua pita. Tu própria mo disseste. E eu, que sempre te fui fiel e sempre te tentei dar tudo (ou quase) para que ficasses do meu lado, mesmo sabendo que não era preciso isso, porque, se realmente o quisesses, ficavas. E tu, - volto eu a dizer - deixaste-me desamparada! Se tu imaginasses por um segundo que fosse a mágoa e a trsiteza que fizeste abater sobre mim. Se soubesses a maneira drástica e dura de como parte de mim se desmorenou quando dei por mim, sem ti. Tu nunca irás ter noção. Mesmo que um dia te esforçes para isso, nunca irás saber realmente. Sabes o que acho tão triste? Nunca me teres dado o teu amor numa totalidade e ter dado sempre, apenas, 15% desse. Fico a pensar se algum dia te arrependeste de o teres feito dessa forma.

E entristece-me também, nunca ter-te dito nada. Mas nunca achei que quisesses ouvir. Nunca achei que te preocupasse realmente como ficaste por me ter deixado. Nunca pensei, sequer, que te tivesses magoado ao ires-te embora. Muito menos, eu achei que te tivesse doído ficar sem mim.
Para mim, como sempre, eu é que gostava de ti e tu simplesmente...ias gostando. Nunca me pareceste totalmente verdadeira.

Neste momento, nada disso vale a pena ser pensado. Não interessa nada porque só existes tu, só existo eu e um nós? Não existe mais. Terminou o que quer que fôsse. Não há nada que me ligue a ti a não ser um passado...talvez, na minha opinião, bom. Não foi o melhor. Não foi um espanto, mas foi bom. Minimamente que tenha sido. Volto a dizer que foste uma boa amiga, enquanto foste tu. Aquela menina inocente, que tinha um brilho genuíno no olhar, que sabia estar lá para toda a gente, que não excluía ninguém, que aceitava tudo, que era brilhante como pessoa.
E é dessa menina que tenho saudades. Só dessa. O resto, tornou-se demasiado feito. Demasiado mentiroso. Já não eras tu, mas eu, continuava a ser eu e nem por tu teres mudado, eu mudei também. E isso sim, deixa-me feliz.

Foste um bom presente para 2008. Foste uma boa surpresa, para além de tudo.

16 novembro 2011

Inimaginável

Se tivesses noção do quão relaxante é a tua voz a sussurrar ao meu ouvido. Se tivesses a mínima noção do quanto a minha respiração acelera quando sabe que te irá ver... E se tu, meu amor, soubesses a alegria que causas a toda a minha vida, a luz que dás a toda a escuridão. Se tu tivesses a mínima noção do quão brilhas no meu coração, tu nunca mais paravas de sorrir.
Relaxas a minha alma de uma maneira inexplicável e por muito que tente decifrar tudo isto, não consigo, é completamente mágico. E toda essa magia vem seguida de um sorriso, de um olhar brilhante, de suspiros constantes.
Não sei como te descrever para mim, não sei o que dizer de tudo. Não sei como te explicar o meu interior, não sei como te demonstrar em que condições se encontra o meu psicológico.

Consegues deixar-me a sonhar um dia inteiro, consegues deixar-me na Lua durante mais do que dias. Por vezes penso que deveria descer da Lua onde me encontro e focar-me somente na terra, no sítio mais real que pode existir...mas não quero! Não quero viver num mundo tão sério. Prefiro o meu e teu, onde existimos nós e a nossa felicidade. Prefiro um mundo que me aconchegue e dê todo o calor que quero. Preciso de um mundo que criado por nós, é perfeito mesmo com todas as imperfeições.
Mas num mundo tão caloroso, o sentido das tuas palavras, a tua voz no meu ouvido, o teu respirar no meu peito, consegue arrepiar-me e daí vem uma imensidão de sentimentos que não se consegue explicar, expressas na totalidade... só eu sinto e com muita pena minha, não te consigo demonstrar num todo. Mas ao olhares para mim, os meus olhos brilham de tal maneira e a tua imagem passa a ser o reflexo destes e o teu sorriso, ilumina-me de uma maneira radiante!

Mesmo com todos os teus defeitos, para mim és um Anjo e como tal, és perfeita. Deixas-me com o maior sorriso nos lábios e todos este é o reflexo do meu olhar. És tu que habitas o meu pensamento 24h sob 24h e nada disto muda. Não quero. Não pode!
Penso todos os instantes no mesmo e só chego a uma conclusão: se somos felizes juntas, se sorrimos juntas, se somos iguais, se nos completamos, o que está prestes a começar não pode terminar aconteça o que acontecer. Estarei eu correcta?!
Mas se um dia, tiver de deixar este sonho, quero ao menos ter a certeza de que te tive como nunca ninguém teve. Que todos os momentos que te proporcionei foram os mais felizes de toda a tua vida e que nunca, venha quem vier, me vais esquecer. Quero ser a primeira e quero ser a última a amar-te, a ter-te, a pertencer-te. Venha o que vier, eu estou capaz de ultrapassar o que quer que seja que se encontre à minha, à nossa, à tua... frente. Não quero que este sonho seja destruído por nada nem por ninguém.

Neste momento tenho um objectivo, somente um: agarrar-te, envolver-te nos meus braços, beijar-te e prometer-te - mesmo que não goste de promessas - que és tudo o que mais desejo, tudo o que mais quero e a única que eu quero fazer feliz para o resto da vida!

Uma coisa é certa e impressionante, o rumo das nossas vidas estará sempre em constante mudança, mas desta vez eu sou capaz de ter a certeza de que o nosso caminho só fará sentido se estivermos juntas; desta vez eu tenho a certeza que posso ter gasto todas as minhas vidas para encontrar alguém como tu, posso ter gasto todas as minhas lágrimas a pedir a Deus alguém que me dedicasse todo o tempo. Sem qualquer dúvida, essa pessoa sempre foste tu, sempre estiveste debaixo do meu nariz e eu, infelizmente não conseguia ver.
Mesmo depois de tantas lágrimas derramadas, tantos dias perdidos fechados em casa sem querer ver ninguém, tantas horas que desperdicei a pensar em quem não devia e a fazer coisas que nem nunca me deveriam ter passado pela cabeça, a vida consegue surpreender-nos e dar-nos a melhor coisa: o amor. Os sorrisos. A paixão. E mesmo que não seja bom na totalidade, as saudades que sempre senti tuas que não eram normais...e desde que me apercebi que era realmente isto que eu queria, mesmo não querendo admitir a mim mesma, eu já sabia e já te deveria ter dito, porque, mais uma vez, soubeste surpreender-me pela positiva. Aliás, como só sabes fazer.

Fiquei radiante, logo tu, quem diria... Seres a dona do meu coração. A menina dos meus olhos! E só tu, fazes bater o meu coração de uma maneira inédita. Inacreditável!
E fica a saber de uma coisa, que, durante todas estas palavras, o meu pensamento estava em ti. E as lágrimas que escorreram de felicidade, foram todas por ti. Para ti. Porque és o meu universo.
Só quero que me confortes todas as noites até ao resto da minha vida.
...que me dês todo o carinho que preciso e irei sempre precisar.
...que me apaixones mais dia após dia.
...que me trates que nem uma princesa como só tu sabes fazer.
...que me faças feliz!
...que digas que me queres todos os dias, ainda mais que no dia anterior.
...que me ames, que me cuides, como ninguém antes fez.



Quero poder sair contigo à rua e contemplar as estrelas, agradecendo o melhor que estas me poderiam dar: tu. Quero sair à rua e com todo o orgulho dizer que és minha e que eu sou tua! Que é contigo a meu lado que adormeço e acordo todos os dias. Que é a ti que beijo todas as manhãs. Que é a ti que faço todos os mimos do mundo. Que é por ti que respiro. Que é por ti que sorrio. Que é por ti que eu vivo.

Amo-te no verdadeiro sentido da palavra, minha rainha!

13 novembro 2011

My New World


Se há coisa que mais me faz sorrir, é ver-te. É ter-te. É abraçar-te. É mimar-te. É poder ver-te dormir, sentir a tua respiração e cuidar de ti a noite inteira.
Se há coisa que me faz amar-te, é o teu sorriso de princesa. É o teu aconchego. É o teu carinho. É tudo aquilo que fazes por mim. São os mimos. É o tempo que me dedicas sem pedir nada em troca.
Nos últimos dias tens-me feito mais falta do que alguma vez irás imaginar. És a única que me compreende com um simples olhar, a única que me envergonha com palavras, a única que eu quero só para mim, a única que me faz realmente feliz. A única pessoa, à face deste mundo que eu tenho a certeza que seria capaz de percorrer um longo caminho só para me ver sorrir, só para me ter nos braços. Sei, tenho a certeza absoluta que és a única pessoa que me ama daquele jeito só teu e que, agora, finalmente eu posso dizer que sei que és a única pessoa que não me trocaria por nada, muito menos por ninguém.
Se há coisa que mais tenho medo, é de te perder. Não me imagino sem ti. Não me imagino sem o teu conforto, sem o teu apoio, sem o teu carinho, sem as horas que dedicas à minha pessoa, sem a paciência que tens para mim, sem os beijos, sem os abraços, não me imagino sem a tua pessoa.
Tenho saudades de dormir agarrada a ti a noite inteira... Oh, se tenho!
És a minha prioridade. A menina dos meus olhos e nunca vou deixar que ninguém te magoe, nunca vou deixar que ninguém deixe o teu coração em mil pedacinhos muito pequeninos. Nunca vou deixar que o teu sorriso se desvaneça, tal como nunca vou deixar que ninguém te meta a chorar, nunca. O teu sorriso é a coisa que de mais valor tenho, o teu olhar transmite-me a confiança que nunca antes senti.
Não me perguntes o que se passa... Não sei. Não tenho certezas de nada neste mundo a não ser que te amo, que te quero sempre, que te quero presente na minha vida mais do que alguma vez sonhaste vir a estar. Mais do que algum dia imaginaste.
És a coisinha mais importante que tenho na minha vida neste momento e quero continuar a viver esta história até durante muito tempo.
Fazes-me bem. Fazes-me mais do que bem!
Não vejo a hora de correr para os teus braços, para te agarrar com toda a força e dizer que te amo ao ouvido. Não vejo a hora de te ter a noite toda a meu lado, estando a observar-te enquanto dormes tranquilamente.
Espero ansiosamente por ti, conto os dias para que chegues ao pé de mim e não me deixes durante uns bons dias. Não imaginas as saudades que eu tenho tuas. As saudades que eu tenho de te sentir bem junto a mim, as saudades que eu tenho de estar contigo durante muitos dias.

Amo-te como tu podes ter a certeza que não me amas a mim.
Como tu podes ter a certeza que nunca ninguém te amou!

07 novembro 2011

So True


"As relações tornam-se monótonas porque a pessoa que te "tem" deixa de fazer o que fez para te ter."

Poder Musical


Entrei numa sala grande e cheia de luz com uma música um tanto ou quanto revoltante a tocar aos altos berros e sentei-me na cadeira que se encontrava em frente a uma das tantas janelas daquela sala e foquei-me somente na letra da música... E num instante tudo começa a fazer sentido e que apercebo-me de que nem tudo é como parece. Que nem tudo é tão bonito quanto parece. Que nem tudo é o "País das Maravilhas" como por vezes o pintamos... Mas nem assim deixo de ser apaixonada pela vida. Nem assim deixo de observar tudo ao mínimo detalhe, nem assim deixo de ver complexidade em coisas tão simples. Em objectos tão simples mas tão fascinantes. Por exemplo...uma bola de basquetebol, é tão complexa que não sei como há pessoas que conseguem não pegar numa e lança-la ao cesto e a partir daí sentir a adrenalina a correr pelas veias e tudo começa a fazer sentido! Apaixonei-me pelo simples facto de a atirar ao cesto e deixá-la cair do mesmo e ir a correr atrás dela. Apaixonei-me pelos aplausos das pessoas ao verem um jogo. Apaixonei-me pela chuva que cai nos frios dias de Outono e Inverno. Apaixonei-me por mim e aprendi a compreender-me em vez de andar chateada com o mundo sem razões aparentes. Apaixonei-me pelo céu. Apaixonei-me pela música que me faz querer saber mais. Apaixonei-me por olhar o mar; fechar os olhos e inspirar toda a brisa do sal. Apaixonei-me pelas pessoas e não foi nada fácil...mas, trabalho concluído! Apaixonei-me realmente por o que uma pessoa nos pode ensinar. Apaixonei-me pelas histórias antigas. Apaixonei-me pela sabedoria de cada ser humano e apaixonei-me também por todas as histórias de vida de cada um que acabam ajudando-me no dia-a-dia. Apaixonei-me pelo sorriso das pessoas. Apaixonei-me pelo olhar de alguém que ainda hoje não sei bem quem. Apaixonei-me pelos abraços matinais. Apaixonei-me pela paz interior. Apaixonei-me simplesmente. Apaixonei-me pelo Sol radiante. Apaixonei-me pela diversão. Apaixonei-me por ti e pelo outro. Apaixonei-me pelo meu peluche... Na verdade, apaixonei-me pelo saber viver, saber aprender e saber crescer, essencialmente. Apaixonei-me, incondicionalmente por tudo e por nada!

06 novembro 2011

A Fonte Do Nosso Amor É O Sol

Durante alguns dias, ao levantar-me, comecei a reparar no Sol e no brilho que ele dava ao meu quarto ao acordar e lembrei-me de ti. Lembrei-me não só de ti, como de mim. Lembrei-me de nós. É verdade, eu juro... Lembrei-me que somos uma Estrela gigante, aquando juntos. Lembrei-me que brilhamos numa noite de trovoada ou num dia nublado. Lembrei-me também que o nosso amor é como o Sol! Pois é... Não deixa de surgir nem que seja por entre as nuvens escuras existentes no céu. Não é verdade?
E agora pensa comigo...: Amar alguém é como ser acordado todos os dias por um Sol abrasador que nos surge pela janela. Não achas?

Make Feel Love

Haverá sempre alguém que no meio de uma multidão, aquando te encontras sozinha, te agarra e beija com muita ternura como se fosse o último que fosses receber.
Haverá sempre alguém a pôr a mão no teu peito para te aconchegar, quando sentes frio.
Haverá sempre alguém, no meio de tantas outras pessoas que existe e sorri por ti.
Não deixes para trás o que te fez de melhor, avança com o maior sorriso e sorri pelas pessoas que um dia te deixaram ficar no longo caminho que é a vida.
Hão-de voltar, talvez. Ou ficar por onde as deixas-te.
Sê tu... E ama a vida como ela te foi dada. Não a deixes passar entre os dedos. Feel everything!

=

Já tinha milhares de saudades desta paixão!
De caminhar contigo de mão dada sem ter problemas de nada... Era disto que eu tinha saudades e de te beijar!? Não imaginas o quanto eu gosto disto. Desta liberdade. Desta vontade de viver imensa que voltei a ter. Deste sentimento recíproco que aumenta dia após dia. És tu! Somos nós. Seremos sempre e eternamente nós...
Mas... quando voltas? Espero por ti todos os dias em frente à janela, presa num passado arrepiantemente caloroso. Estou agoniada. Mas estou apaixonada por ti..., ainda.

05 junho 2011

Também Sei Sorrir Por Entre A Chuva

Houve vezes que em dias de chuva me sentava no degrau das escadas da entrada de minha casa para poder chorar sem que ninguém notasse as lágrimas que me escorriam pela face. E quando alguém passava eu acenava e lançava um sorriso gigante como toda a gente estava habituada a ver e ninguém notava que não estava tudo com os pontos nos is... ou quase toda a gente.
Havia alguém... um único alguém que em dias de chuva, quando me via lá sentada, parava, olhava fixamente e sentava-se no passeio ficando assim a observar todos os meus movimentos atentamente como se nada mais existisse à sua volta. Normalmente nesses dias, parecia que já vinha a contar com qualquer coisa, então trazia uma gabardina que o protegia. Ficava a olhar, cuidadosamente e sinceramente nunca me fez sentir mal. E foi sempre assim, todos os dias em que uma chuva imensa caía, ele ficava ali até que, numa noite fria, em vez de se sentar literalmente à minha frente, tomou a iniciativa de se vir sentar ao meu lado e muito delicadamente perguntou:
- Posso?!
Eu sorri - penso que logo aí, tirando as outras vezes todas em que nos encontrámos entre olhares escondidos, houve uma certa química - e tomou aquilo como um "sim". Sentou-se e como de costume ficou a olhar-me com os olhos mais ternurentos que eu alguma vez vira. Era um rapaz bem bonito, arranjado e com uma face de bebé tremendamente amorosa, não pude de deixar de ficar a olhar também...

A chuva parou e as minhas lágrimas continuavam a cair, ao notar isso ele pergunta mais uma vez de forma delicada:
- O que se passa? Porque é que em todos os dias de chuva te vejo aqui tão sozinha a chorar?!
Fiquei espantada com a pergunta dele e indignada a pensar como saberia ele que chorava todos os dias... E respondi:
- Eu não choro. A chuva enxuga-me a cara!
- Não me mintas. Podes contar-me... - responde-me ele com o ar mais sincero.
Nem assim ele tirara os olhos de mim e ainda foi capaz de me dizer:
- És demasiado brilhante para perderes o brilho com lágrimas salgadas...
Eu voltei a sorrir e um silêncio apaixonante fez-me abraçá-lo.

Após despedir-me dele, subi as escadas a correr em direcção ao meu quarto onde liguei uma música suave, deitei-me na cama a sorrir como se fosse o Cristo Rei e fiquei a olhar para o tecto do meu quarto que por coincidência está preenchido de estrelas pequeninas... Não tirei o tal rapaz um minuto da minha cabeça. Passei a noite em branco a tentar aperceber-me que meteorito reluzente seria aquele que aparecera na minha vida...! Não encontrava qualquer explicação, não imaginava o porquê de nada, mas sorria e isso era o que mais me interessava naquele momento, pois o meu sorriso fora tirado por alguém noutros tempos.

Passaram-se dias, semanas e não chovia, a chegada da Primavera estava a voltar a aborrecer-me, a deixar-me melancólica, pois se não havia chuva o rapaz não passava à minha porta mesmo que eu chorasse baba e ranho, me esperneasse ou berrasse para que ele viesse! Não acontecia nada. Ouvia os pássaros a cantar, as pessoas a pedir ainda mais calor e eu, trancada no quarto, olhando pela janela a pedir que a chuva viesse para com ela trazer o meu sorriso de volta. E nem assim, depois de tanto rezar, de tanto pedir às estrelas e ás nuvens para trazer a chuva, ela chegava... nem uma gota, nem uma nuvem mais acinzentada, nem uma ameaça de mau tempo se avistava. Nada! Os meus dias estavam a voltar e eu só pedia a presença dele...
Habituara-me a vê-lo todos os dias, pois este Outono não houve um dia que não chovesse e só o facto de o ver a passar e a sentar-me a dez metros de mim, fazia o meu dia valer a pena; era incapaz de não ir um dia que fosse para as escadas só para observar tal beleza pura. Não havia nada de errado nele. Tinha os lábios bem desenhados, uns olhos rasgados da cor do mel, umas pestanas grandes que faziam sobressair o seu olhar cintilante, rosto moreno e redondo, cabelo encaracolado e castanho-claro, estatura média e de boa aparência. Não sei que me fascinara naquele rapaz, mas a verdade é que tudo nele batia certo, até a voz, não era grossa, nem rouca; não era fina nem normal, diria que era perfeita!

Em meados de Junho, houve uma enorme tempestade junto à Costa. O mar encheu e uma onda de grande altitude inundou umas casas por ali perto... Vim então a saber dias mais tarde que ele se tinha mudado para a outra parte da cidade. Descobri finalmente o seu nome e o seu paradeiro... ou quase! Chamava-se Salvador. Realmente, de Salvador tinha ele tudo! Salvou-me tantos dias que nem sei como lhe agradecer...
Depois de os ânimos acalmarem, decidi perguntar à minha mãe se podia ir dar uma volta e foi então que juntei o útil ao agradável e me ocorreu à cabeça ir visitar uns primos que moravam igualmente no outro lado da cidade. E assim foi.
Como cheguei tarde, não deu para sequer dar uma volta, fui deitar-me a pensar em como iria ser o meu dia de amanhã.

O sol chegou, entrou-me pelos estores e com ele saltei da cama e fui em direcção à cozinha. Comi cereais muito apressadamente porque certamente que iria ter um dia bastante atordoado.
Procurei em todo o lado, não havia nenhum rapaz igual a ele, até que me lembrei de perguntar num café de um Sr. que sabia do paradeiro de quase toda a gente.
- Boa tarde! Desculpe, mas não sabe de umas pessoas que vieram morar para aqui devido à grande tempestade que ocorreu na outra parte da cidade?
- Boa tarde, menina. Sim, corre por aí que habitaram umas casas ali para cima. Umas vivendas acolhedoras, pequenas.
- Obrigada! - agradeci e sai a correr com o maior sorriso.
Voltei a correr e a procurar por tudo o que era sitio até que por fim, vejo um vulto de camisola verde a sair de uma casinha que parecia de bonecas e a minha reacção logo de imediato foi gritar o nome do Salvador! Ele olhou para trás e veio a correr abraçar-me...
- Não te consegui ver, desculpa. Não parei de pensar em ti, a tua imagem não sai da minha cabeça! Como estás?! Não consegui avisar-te que iria mudar de casa, não consegui nada... Peço-te imensas desculpas! Mas já agora, como se chama a minha princesa?! - Enquanto ele falava os meus olhos brilhavam e os meus lábios repetiam tudo o que ele dizia, voltei a abraçá-lo e depois respondi:
- Maria. O meu nome é Maria!
- Como me descobriste?! Não sei de ti há um mês e meio.
- Soube da tempestade e tentei saber o teu nome e por mero acaso vim a saber que tinhas vindo para a outra ponta da cidade e tive que vir procurar-te!
(...)
Houve conversa para a noite toda, finalmente encontrara o meu príncipe dos olhos da cor do mel e não poderia estar mais feliz!
Durante todo o Verão não fomos capazes de nos largar um único segundo. Acabei por passar férias com os meus primos até que a minha mãe descobriu o porquê de querer ficar lá. E deu-me a mais feliz notícia da minha vida, iríamos mudar-nos em breve para uma casinha ao pé da dele!

Ficámos bons amigos durante muitos anos...
E hoje, ainda penso nele desde que acordo até que adormeço e se há coisa que não esqueço são as palavras que me disse quando nos separámos no Liceu:
«Sempre que olhares para uma estrela e ela brilhar mais do que o normal, fecha os olhos com força e imagina-me ao teu lado, sou eu que estou a pensar em ti e a olhar para mesma estrela que tu.»

29 abril 2011

Amar-te-ei Sempre

Encontro diversas explicações para ter largado a tua mão, mas nenhuma delas encaixa totalmente na minha cabeça. Não encaixa no meu pensamento como algum dia pensei e consegui fazê-lo e foi tudo num estalar de dedos. Sinto-me uma pessoa horrível por tê-lo feito, sinto-me realmente mal, do fundo do coração por ter-te deixado sozinha e ter-te magoado tanto sem ter piedade. Sinto-me uma pessoa extremamente desumana por ter tido a capacidade de pensar que só usaria todo o meu amor por ti, se realmente sentisse que era excessivamente necessário; sinto uma dor infernal por ter noção que todas as palavras que saiam da minha boca em tua direcção só te iam magoar e despedaçar, mas nem aí eu dei conta, nem aí fui capaz de me controlar e envolver-te num abraço, simplesmente.

De uma coisa eu não me arrependo, foi de ter estado sempre que precisaste até ao momento… não te larguei, fosse de que maneira fosse eu permaneci ao teu lado para te dar força, te dizer que se caísses eu estaria lá, mas que mesmo assim não concordaria com esta ou aquela atitude. Posso ser uma pessoa fria, arrogante, com uma personalidade grandemente forte, mas sei que tu sabes que sou muito mais sensível do que aparento. Também sei que tu sabes, melhor do que eu e do que toda a gente que eu choro, eu tenho sentimentos como toda a gente e por muito inumanas que possam ser as minhas atitudes e os meus pensamentos, eu sofro, eu magoo-me, eu caio mas não sou como as outras pessoas num aspecto: eu não peço ajuda. Eu ergo-me, ou tento, pelo menos fazê-lo sozinha.

Quando chorava, eu sabia que se estivesse ao teu lado naquele momento, eu estaria em paz, serena, bem acompanhada, extraordinariamente em segurança! Eu saberia que nada de mal me poderia acontecer, ninguém me magoaria, ninguém se chegava perto de mim. Tinha os teus braços a envolver-me, o teu beijo na minha testa e a tua mão a apertar muito a minha enquanto me abraçavas com toda a tua força e até mesmo toda aquela força inimaginável que ninguém conseguiria ver para além de nós. Nunca tive medo enquanto sabia que tu andavas por perto. Nunca tive medo das noites de trovoada, nunca tive medo de chorar, nunca tive medo de cair… e agora tenho. Admito! Sem ti, os meus dias não ficam completos, sem ti há em mim, um enorme vazio que mais ninguém conseguirá preencher.

Quando sorria, tu também estavas lá. A sorrir comigo, a ser estupidamente criança comigo, a apoiar-me nas minhas loucuras, nas minhas gritarias, nas minhas cantorias, tu não me deixaste um único segundo. Poderia até mesmo queixar-me, mas simplesmente porque sentia que não me davas o devido valor, mas afinal estava errada, quem não dava valor a alguém aqui, era eu! Lamento muito ter-te feito passar por tão horrível dor! Imagino agora, que tenhas ficado a pensar muito mal de mim, provavelmente pensaste que mudei, que sou uma nova pessoa no mesmo corpo, mas quero que fique bem ciente na tua cabeça que o essencial, aliás, para ti, tenho mais do que um simples “essencial”, para ti tenho tudo! Para ti tenho não só o maior e melhor sorriso como o nosso mundo de volta. Tenho saudades tuas, eu juro-te que tenho. Jamais pensaria em falar de ti com as lágrimas a escorrerem-me pela face tristonha que tanto me prende a ti, só não vê quem não quer. Jamais pensaria sentir tanto a falta de alguém que de mim sempre esteve tão perto! Jamais pensaria em fazer-te sair do meu mundo em razão aparente, talvez… posso admitir todas estas coisas e até podem nem fazer sentido para ti porque na verdade, são apenas palavras e de que valem tantas palavras quando o que conta são os gestos? Não vale, eu sei. Mas também te sei dizer que me criaste uma grande mágoa no meu coração. Senti-me sozinha, que nem uma menina perdida à espera de alguém para a proteger! Quando eu precisei de ti, tu também não estiveste… aliás, nos últimos tempos, não estiveste, não quiseste saber de mim, não quiseste saber sequer como estou, se sempre me tornei na pessoa que tu tanto pensas… mas aí está o problema, pensares demasiado e agires em de menos!

Sabes a quantidade de água salgada que escorre pelo meu rosto sem ter alguém para limpar? Sabes a tamanha saudade que sinto por ti? Não. Não sabes e muito menos quererás saber. Sei bem o mal que te fiz, mas acho que precisas de me ouvir… ou talvez apenas de me sentir junto a ti! Quem me dera ter-te dito tudo o que me apetecia, tudo o que me veio à cabeça… acreditar que iria melhorar muita coisa.
Hoje, quando te vejo, sou capaz de ficar horas a observar-te com cuidado e tudo o que me ocorre é um abraço! Tudo o que me apetece fazer é saltar da bancada, correr para ti e dar-te um grande abraço, é isso. Oh! Se tu ao menos soubesses o quão importante és na minha vida e a falta que sinto de todos os conselhos e de todo o teu apoio. As tuas palavras eram as únicas que eu precisava agora para acalmar e parar de chorar. As tuas palavras eram as únicas que me iriam confortar e garantir que eu estava capaz de passar mais uma etapa, CONTIGO.

Eu saberia bem compreender tudo se fosses tu a explicar-me o porquê do que está a acontecer, eu saberia compreender como é que mudei, como me tornei… simplesmente se fosses tu a explicar-me. Contigo tudo tem mais lógica, tudo se torna mais simples, tudo é mais…descomplexo!

Não consigo transmitir mais as saudades e o amor que sinto por ti! Que neste momento é muito e eu só te queria do meu lado. Serás sempre a minha irmã mais velha. Serás sempre o meu exemplo a seguir. Serás sempre aquela que nunca vou deixar de amar e estar para ajudar passe o tempo que tiver que passar. Esperaria pela tua amizade uma vida inteira se fosse preciso!

Amo-te.

Só Estás De Passagem

De que é que estás à espera de sair para a rua e gritar à chuva o quanto és feliz? Não hesites. Eventualmente irás molhar-te, mas que interessa isso para um jovem com milhares de dias de chuva para viver? Nada. Provavelmente vais escorregar se saíres de casa a correr, vais magoar-te e se essa ferida deitar sangue, a chuva irá levá-lo e quando a chuva passar, não vais ter marca profunda. De que estás à espera para dar um passo em frente? Tens dez minutos! Aproveita-os e lembra-te que um passo bem ou mal dado, venham dias de tempestade horrível, venham dias de neve, aqueles que preenchem as estradas e casas com um branco total, no final, um belo dia de sol irá estar à tua espera para te aconchegar no calor dos seus raios.
De que estás à espera para rebentar se sentes que estás preso ao passado? Força, não tenhas medo! O futuro é amigo de todos, o futuro trará coisas boas se tiver de ser assim e não acredito que sejas excepção. De que estás tu à espera de sofrer, sofrer muito para saberes dar valor à amizade, ao amor, aos sorrisos, a tudo!? Não fiques parado! O mundo continua em constante mudança, muda também, não te mantenhas fiel ao "antes" ou ao que já foi no passado.
Forma uma onda, rebenta-a e renasce!
Forma uma onda, rebenta-a e renasce!
Forma uma onda, rebenta-a e renasce!
Volta a formar uma onda, a rebentá-la e renascer! Tu és capaz de ser o centro do teu mundo, tu és capaz de ser isto e aquilo, és capaz de sonhar, concretizar, ajudar, amar, ser feliz. És capaz de tudo aquilo a que tu te puseres à prova. A sorte está somente em ti! Ninguém é a tua sorte, ninguém.
Acredita que és capaz, acredita na tua capacidade, tem orgulho de toda a correria em que já deixaste a tua vida. Valeu a pena, ou não? Estás aqui, pronto para mais uns mil quilómetros sem te cansares e não és só tu que acreditas em ti, eu acredito, ele acredita, ela acredita! Todos nós confiamos na tua forte maneira de ser. Todos nós estamos para ti quando caíres. Os amigos são assim. Não tenhas medo do dia de amanhã que vai deixar de ser hoje para passar a ser ontem e será mais um dia do teu passado. Nunca queiras remexer no que está lá para trás, tenta não deixar acontecer nas páginas da frente do teu livro. Comandas a tua vida, os teus sonhos, comandas o teu mundo! Só não te comandas a ti, ou, não deverias fazê-lo, vai com o mundo, vai com o mar, segue sempre o caminho do mar que chegarás ao topo do mundo sem medos, sem receios, chegarás uma pessoa melhor.
Aí, chama-me para eu te dizer "Eu avisei-te!" e garantir-te que um amigo se mantém de mãos dadas não só nos dias de sol, como nos dias de muita chuva e não é só assim como se o mundo estivesse prestes a acabar. Um amigo não te deixa se tu fores realmente um "daqueles". Não tenhas medo de perder ninguém, o que tiver de ser, será.


Se há coisa que aprendi foi que pela minha vida, irão passar inúmeras pessoas, nem todas irão ficar até ao fim. Muitas delas deixarei pelo caminho porque só estiveram de passagem com mensagens para me transmitir e assim que o seu trabalho estiver feito, irão em busca de novas descobertas para um dia mais tarde, quem sabe, invadir de novo a minha vida de relance com novos ensinamentos! Algumas, com certeza que não te irão deixar ficar pelo caminho e estarão todos os dias da tua vida a completar-te. Mas lembra-te que uma vez amigo, é-se para sempre amigo. Podem até mesmo estar a milhas de distância, mas se a vossa amizade resistir, o que importa? Não importa que estejas todos os dias com essa pessoa para saber que quando precisares ela será a primeira a estender-te a mão e não permitir que chegues a tocar no chão, manter-te-à de cabeça erguida e pronto para enfrentar qualquer tipo de barreira!
A tua vida está em constante mudança, nunca te esqueças. Vai com ela.

Boa Viagem!!

03 abril 2011

Achando Que...

Tu não dás conta das vezes que magoas as pessoas. Não dás conta do mal que lhes fazes mesmo sem intenção do que quer que seja. Não demonstras o que deves, quando necessário. Não dás o passo em frente, quando tens a certeza que o podes dar. Então, assim, com todas essas certezas inesperadas que habitam dentro do teu ser, tu vais afastando quem menos esperas. Ao gritares quando não deves, ao puxar assunto quando se tem de estar calado, ao insistires quando se diz não ter nada ou até mesmo quando cruzas o teu olhar preocupado chega a fazer com que se afastem. Tu fazes sem intenção, toda a gente compreende isso. Mas fazes e é isso que está em causa.
Se não se quer falar, fica apenas para o silêncio; quando se diz que não se passa nada, mantém o teu corpo lá bem perto e nem uma palavra deixes sair da tua boa; quando não se quer contar o que se passa, não faças com que o teu olhar preocupado fique fixamente num ponto como se mais nada existisse à tua volta. Não o faças! Deixa andar. Se tiver alguma coisa a contar, fará de livre e espontânea vontade, não porque se sentir forçado a isso. Mas se tiveres de dar um passo em frente, deixa as incertezas de lado e fá-lo sem medos ou receios, fá-lo porque mesmo que o passo seja gigante, a felicidade tornar-se-á inimaginável e terás todo o gosto em viver esse momento.
Tenta mudar esses teus passos em falso que ninguém gosta de observar. Tenta não insistir quando não se quer, tenta não persistir numa coisa quando não vês fruto de nada! Fica na tua. Mantém-te lá, mas só quando sentes que és bem-vinda. Não o faças “achando que…”, dá sempre mau resultado. As pessoas gostam de ti, mas não quando as afastas, não quando lhes gritas para marcar o teu território, não quando tentas ser má, não quando lhes falas mal sem razão aparente, não quando julgas ter o rei na barriga e mais nada importa a não seres tu e esse teu orgulho horripilante. Não sejas assim. Deixa isso de parte. Já te disse e volto a dizer. Não é por isso que vamos deixar de estar lá para ti, não é por isso que vamos deixar de estar lá para te dar o nosso máximo apoio.
Mesmo com todos os defeitos, gosto de ti.

26 março 2011

(Des)Iguais

Não gosto de pessoas. Não gosto de pessoas em todos os sentidos. Não gosto delas porque são todas a mesma coisa. Não gosto de nenhuma. Não gosto não porque são gordas ou magras; não gosto não porque são altas ou até mesmo muito baixas; não gosto pela cor dos olhos; não gosto só porque são ricas ou porque são pobres. Nada disso! Nada disso. Não gosto, simplesmente. Vem de dentro, há qualquer coisa que me atrai para não gostar de pessoas. 
São todas farinha do mesmo saco. Nascem todas com o mesmo objectivo e acabam todas da mesma maneira. Têm todas os mesmos sentimentos. E continuo a não gostar de pessoas. Gosto ainda menos daquelas que têm a mania, mas não por isso que gosto mais daquelas que não têm a mania. 
Umas com personalidades demasiado fortes e difíceis de domar – como muita gente diz que tenho – outras, com personalidades demasiado fáceis e que nem dá piada conhecer. E só por isto, não gosto delas. Aquelas que têm uma personalidade demasiado fácil, choram por tudo e por nada, não sabem ouvir uma critica construtiva que irá servir para mudar a sua maneira de ser (não querendo dessa maneira dizer que a pessoa que lhe faz a critica não gosta dela, de maneira alguma!). As que têm personalidades fortes, são demasiado frontais e não se preocupam com os sentimentos dos outros (é aqui que dizem que eu entro mais uma vez). Mas talvez não seja bem assim, as pessoas é que entendem como lhes convém, é sempre assim. E aqui está mais uma razão para não gostar de pessoas: são demasiado interesseiras. Já para não falar em mil e outras coisas que elas são. Mas estaria a fazer uma enorme lista e não sairia daqui nem amanhã. 
Mas nasci pessoa e pessoa morrerei, logo, terei de gostar nem que de mim seja. E até que gosto de mais algumas pessoas. Mas chamo-lhes as "minhas pessoas", daí a gostar delas. Mas nunca pondo de parte que existem pessoas e pessoas. Somos todos iguais, mas todos diferentes. Acredito no impossível e que tudo pode ser diferente se quisermos com muita força. 

13 fevereiro 2011

?


Voltas?

I Have a Dream


Hoje quero dormir. Quero dormir e sonhar com inimaginável. Quero dormir o dia todo e esquecer as pessoas à minha volta. Não quero mais pertencer a este mundo. Nem que seja só por um dia. Só hoje, por favor... Imploro por tudo. Posso?!

Tenho um sonho, mas que não pertence a este mundo. 

Viver


Quando sorrires, sorri com o maior prazer e orgulho possível; quando brilhares, brilha como nunca nenhuma Estrela antes brilhou; quando te apaixonares, apaixona-te da melhor forma possível, da mais saudável; quando gritares, grita bem alto para que todo o mundo te ouça; quando cantares, canta com o coração e sente cada ritmo da música; quando fizeres amizades, agarra-as com muita força, provavelmente muitas delas irão ficar pelo caminho, mas tu nunca as irás esquecer; quando deres, dá tudo, com a maior força, maior intensidade; quando caíres, caí mesmo fundo para quando te levantares, estares ainda mais firme do que antes da queda, quando chorares, faz para que notem o teu sofrimento e aí, verás quem está do teu lado; quando impressionares, fá-lo impressionantemente bem; quando marcares a vida de alguém, fá-lo tanto por coisas boas, como por más, pois esse alguém, contigo, aprendeu coisas que nunca antes tinha aprendido. Faz parte. É o ciclo da vida.

Nunca te esqueças que faz falta um pouco de extravagância em tudo o que fazes. Assim, é realmente marcante e teu. Sê sempre tu e vive com tudo o que te deram!
Triunfa ao máximo, pois vida só tens uma é esta e mais nenhuma. 

30 janeiro 2011

O amor causa de infelicidade e felicidade

Penso que falar do amor é uma coisa bastante complicada! Muito mista em relação a sentimentos. E esses sentimentos preenchem-nos de tal maneira que chegam até mesmo a deixar-nos desorientados, incertos da certeza. Quando esse amor nos preenche, é muito difícil ver o que está correcto e o que está errado. É complicado arranjar um sinónimo para este verbo, tanto pode ser felicidade como infelicidade. Nem sempre o amor é saudável! Muitas vezes proporciona-nos momentos perfeitos e muito bons, já outras, é matreiro e não consegue medir as palavras feias e outros sentimentos que se originam desse mesmo.
Mas… amar, amar…? Só se sabe o que isso é quando se deita milhares de lágrimas e se sofre, mesmo no fim saindo vencedor desse choro, parando-o com um enorme sorriso e um belo grito de guerra; só se sabe o que é amar quando nos parece que o mundo cai em cima e mesmo assim, nós estamos preparados para mais uma batalha, porque sabemos que a nossa pessoa está pronta para nos acolher; só se sabe o que é amar quando se sente o calor de alguém no vazio de um quarto pálido; só se sabe o que é amar verdadeiramente quando se sente só – precisando daquela tal pessoa, no meio de uma multidão; só se sabe o que é amar quando preenchemos o coração de alguém e fazemos esse alguém sorrir como nunca tinha sorrido antes; só se sabe o que é amar quando alguém nos estende a mão e nos garante felicidade eterna. E a mais intrigante de todas: só se sabe o que é amar quando se perde e volta a conquistar! Depois disto tudo, não consigo arranjar melhor maneira de definir a palavra “amor”, é dos verbos mais complexos que pode existir…
Contudo, arranjo uma conclusão… o amor baseia-se em carinhos, desgostos, dores, choros, gargalhadas, gritos, sorrisos, olhares, pensamentos comuns. Mesmo que ainda tenha vivido muito pouco e pouco da vida sei, continuo a achar que o amor é das melhores e piores coisas que podemos sentir. 


Texto escrito no âmbito da disciplina de Literatura Portuguesa.

18 janeiro 2011

Estrada da Vida

«Estou farto de pensar em ti, estou cansado de ouvir a tua voz dentro da minha cabeça, estou angustiado por não conseguir ver outra imagem que não a tua à minha frente. Estou realmente cansado de dar tudo e não receber nada. A tua imagem e a tua voz pressistem em ficar na minha cabeça... Qual será o dia em que vou acordar e pensar noutra coisa qualquer senão em ti? Qual será o dia em que vou conseguir dizer que de ti me soltei para o resto da vida? Qual será o dia que conseguirei dizer que sou realmente feliz sem te ter e por saber que um dia pertenceste à minha pessoa, que me fizeste crescer, simplesmente e que nada em mim mudou senão para melhor por me teres ensinado tanto...!? Qual será o dia?»

E Ele pensava isto todas as manhãs, todas as tardes, todas as noites... Não dormia só de pensar nela. Não conseguia fazer nada sem ser em função dela. Do seu rosto, do seu sorriso contagiante, do seu olhar brilhante, das suas palavras ternurentas, do seu carinho... Mas... qual carinho? Ele dizia que não existia nada mais do que palavras frias e arrogantes, gestos tudo menos amorosos. Mas talvez isso fosse mentira, talvez Ele não visse o que estava à sua frente. Toda a gente é diferente e agem de maneiras igualmente diferentes e era isso que Ela lhe tentava explicar a todo o instante que Ele amuava ou até mesmo fazia uma enorme birra.
Ele abraçava-a, Ela dizia que naquele momento não. E qual era a reacção dele? Em vez de sorrir e demonstrar compreensão e respeito, virava costas, seguia o seu caminho e demonstrava rancor e desgosto dizendo então que estava a ser rejeitado... Nada disso. Simplesmente existem momentos para tudo, ou não? Sempre foi isso que Ela lhe tentou explicar, mas Ele nunca compreendeu. Nem da melhor e muito menos da pior maneira.
Cansado então de ser tratado assim (rejeitado, como este se dizia sentir), pôs ponto final naquele sentimento, ou dizia Ele que tinha posto.
Passava por Ela, sorria e seguia em frente; avistava-a com alguém de quem não gostava e fingia não se preocupar com o que se estava a passar...

Muito intrigada com a situação, mandou-lhe uma mensagem «- Que se passa? Andas estranho... Não compreendo. De repente deixaste de te preocupar se estou ou não bem, deixaste de querer saber de mim como se nunca na tua vida tivesse entrado. Explica-me apenas porquê...» e que fez Ele? Ignorou.
Mais tarde, voltou a mandar-lhe outra mensagem «- Não respondes? Só quero entender essa tua cabeça, coisa que tu nunca te preocupaste em fazer com a minha, comigo. Nunca te preocupaste em saber como estava. Sempre tentei abrir-te os olhos para que as coisas não piorassem... Sempre tentei que conseguisses ouvir e compreender as minhas decisões e magoa-me muito saber que nem assim encaixas na tua cabeça o mais óbvio, o mais simples. Não achas que já chega de tentar? Eu acho. Para mim é o fim de uma coisa que nem a meio chegou. Para mim não dá mais. Queria ter tido esta conversa contigo pessoalmente, mas como não esperava outra coisa de ti, nem à mensagem respondeste. Sendo assim, tive de recorrer a este método, não mais simples, mas talvez o que dói menos por não ter de olhar para a tua cara e ficar ainda mais triste do que já estou. E com isto, as lágrimas começam a escorrer pelo meu rosto e a felicidade de te querer ver feliz, vai embora, porque sempre me imaginei a princesa da tua história.
Soubeste estragar tudo, quando eu tentei, sozinha levantar-nos do chão. Como não entendeste que o queria era fazer-te entender que nada é como queres, que existem sempre duas pessoas a lutar e não só uma. Uma relação é construída por duas pessoas e quando se gosta, luta-se até ao fim. Será que agora compreendes? Se tivesses realmente respeito por mim, mal visses a mensagem receberia uma chamada de retorno ou até mesmo uma mensagem. Sei que ao menos a vais ler e pensar, nem que seja, uma última vez em mim e em nós.» com isto, o choro dela pára e Ela sente-se aliviada, livre de um peso que só Ela imaginava. As coisas não foram como ela queria mas Ela não parava de pensar nele e em todas aquelas expressões lindas e a sua suave voz ao dizer-lhe as coisas.
Ela, seguiu o seu caminho com Ele sempre no pensamento e Ele, nunca mais quis saber nada dela.

Ou seja, isto tudo para dizer que quando o amor é realmente verdadeiro, só acaba com um ponto final bem acente na história e não com um ponto e vírgula ou uma vírgula atravessada numa história de encantar.
Contudo, continuo a achar que a vida encantada é sempre levada mais a sério e a rigor quando também se sabe encaixar na vida real, nunca esquecendo de que também temos sonhos e que conseguimos chegar bem alto. Mas o primeiro amor, é sempre aquele que nos marca para o resto da vida.

(Mais uma vez, esta história também se encontra com alterações no género.)

30 dezembro 2010

Por uns tempos

São histórias...
Enquanto adormeço, sinto as tuas mãos percorrerem cada fio do meu cabelo e ouço cada sussurro teu ao meu ouvido. Ouço as palavras de perdão. Ouço as palavras de uma vida eterna a teu lado se medos. Prometes-me o imaginário e eu acredito. Prometes-me tudo e mais alguma coisa e eu, na ingenuidade volto a acreditar. Confio em ti com tudo o que tenho e não tenho. As forças quando se fala no teu nome, triplicam-se e tu és o meu Sol, a minha fonte de energia. Dás luz ao meu quarto todas as manhãs e acordas-me com os teus suaves raios... É tudo muito perfeito dito desta maneira.
Quando começo a ver as coisas no mundo real, tu já não és nem à metade do príncipe que eras naquela história. Tu és um monstro que me tenta pisar e espezinhar com tudo o que tem, sem ter dó nem piedade. Sem pensar que me posso vir a magoar... Mas sim, tenta, apenas, porque quando se tem força não se deixa cair nem que a pior coisa do mundo aconteça.
Magoas-me, é verdade.
E aquelas palavras que dizes e parecem ser bonitas, são horríveis e se eu pudesse calar-te de cada vez que tu as começasses a pronunciar, eu fazia-o com todo o prazer... mas pensando bem, já não quero! Porque, quem diz palavras tão feias como essas, faz coisas tão horríveis que condizem com essas mesmas palavras. Então eu fico-me por ouvir-te ou simplesmente partir e deixar-te sozinho a falar.
E mais uma vez, magoas-me, é verdade.
Mas eu não me importo. "O que não mata, torna-nos mais fortes." - tu não me matas no sentido figurado da palavra, mas sim no literal, ou melhor, matavas, até isso já nem força para fazer tens. Eu consigo ser mais forte que os teus actos, que as tuas palavras feias e que a tua cara de raiva ao olhar para mim. Eu consigo ter força suficiente para te calar a ti e a mais umas quantas pessoas iguais a ti.
E dir-te-ei mais uma vez, magoas-me, é verdade.
E eu poderia não querer voltar a ver-te à minha frente nunca mais... Mas para quê? Não faz sentido. Se tu me apareces à frente, por alguma coisa é. Os nossos caminhos estão traçados, em relação a isso, não podemos fazer mesmo nada, se não queríamos que fosse assim, nunca nos tínhamos aproximado. Mas também não comandamos nos sentimentos e no amanhã. O amanhã faz-se com atitudes nossas. Mas não me lembrei que poderia sofrer. Eu confiei em ti. Tu chegaste naquela noite e fizeste dela a noite mais cintilante da minha vida... E depois, deixei os dias correr consoante o que tinham que ser. Errei, tu erraste. Não somos santos nem demónios. Somos humanos e aprendemos com os erros, pensamos mais com o coração do que com a cabeça.
E só mais uma vez, magoas-me, é verdade.
Todos os dias e mais alguns desde que te conheci. Quer dizer... agora menti. Não foram todos. Já houve dias, os primeiros, ao início que o meu sorriso brilhava como uma Estrela lá de cima, como nunca antes tinha brilhado; já houve vezes que a minha gargalhada foi a mais sincera, quando ao teu lado me encontrava; já houve vezes também que o meu olhar chamava por ti, como nunca antes tinha chamado por ninguém... Mas as coisas mudaram. E eu entendi. Tarde, não interessa, entendi.
E, hoje, talvez, tenha certezas de que "contigo ou sem ti, tornou-se indiferente." ou então não, podem ser só palavras da boca para fora... Acho que seria o mais provável. Porque como já me disseram "o ódio está todo nessa cabecinha, não nesse coração." Infelizmente também é assim.
Mas eu estarei aqui para descobrir, contigo ou sem ti.

Fizeste a cama onde te quiseste deitar, tu fizeste a história onde queres ser a protagonista. A história é tua, as personagens são igualmente tuas, os dramas mais uma vez, pertencem-te somente a ti e eu, só farei parte dessa história se tu me quiseres encaixar nela...mas atenção, da próxima vez, serei eu a pensar se quero que me encaixes ou não. Pensarei muito bem sobre tudo, da próxima vez. Se houver uma.

(Adorei escrevê-la, inspirei-me imenso. - Alterações no género.)